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RECOMENDAÇÕES E ORIENTAÇÕES
Publicado em: 25/01/2011

É responsabilidade de todo pregador a correta aplicação da Palavra de Deus, contextualizando-a no tempo e no espaço. Não utilizá-la como ferramenta de terra. Em uma discussão, aquele que grita, o faz por ter perdido a razão e os argumentos. Na pregação, aquele que se utiliza da Palavra distorcendo seu sentido e aplicação, o faz por não conseguir abrasar os corações com o amor vivificante de Cristo. É bom questionar as motivações deste pregador.

A igreja precisa de recursos para a realização de sua missão. E a missão não pode ter sua motivação no "levantar" dinheiro. Não é lícito fazer qualquer coisa por dinheiro, principalmente em nome de Deus. Encantemos os paroquianos com o amor, impregnemo-los com o anúncio da Palavra de Deus.

Não se obriga ninguém a se tornar dizimista, conquista-se o coração do fiel pelo anúncio da Palavra e pela encarnação desta em nossas atitudes como: acolher, consolar, compreender, ensinar, corrigir, caminhar junto, interceder, estar atento às necessidades de cada um, tratá-los de modo singular, conduzi-los com afeto e generosidade.

Por que será que alguns padres têm mais facilidade em conquistar dizimistas que outros?

É por que impõem terror?

É por que tornam o dízimo obrigatório?

Se assim conduzirem suas paróquias terão dízimos por pouco tempo. Contrário são os que despertam em suas comunidades um amor que deseja realizar. Conheço muitos padres assim. Líderes do amor. Contagiam-nos com este sentimento genuíno e, facilmente, nos tornamos desejosos em fazer o bem e bem feito. Daí, que nos tornamos "partilhadores", dizimistas de verdade, cúmplices e partícipes da missão.

Querido leitor e leitora, o que quer que seja que façamos, o façamos por amor. Seja em um simples presentear com flores, mesmo que um único botão de rosa ou um vasinho de violetas. Coloquemos nosso coração em tudo, por tudo e com todos.


Artigo publicado na Revista Paróquias - Edição N. 28 (Janeiro - 2011)

Aristides Luiz Madureira é Graduado em Comunicação, com Especialização em Direção de TV, Diretor da Editora A Partilha, há 20 anos implantando e revigorando a Pastoral do Dízimo no Brasil. Autor de várias obras sobre o dízimo e a oferta, dentre elas "Pastoral da Partilha", "Dízimos e as Obras de Misericórdia", publicados pela Editora A Partilha.

Site: www.editoraapartilha.com.br
Por: Missionário Aristides Madureira

Comentários
Por: Luiz Pereira - em: 13/02/2012
(Presidente Prudente/SP - Paróquia: São José - Diocese: Presidente Prudente)
Enquanto nós católicos não tomarmos posse da palavra de Deus não teremos o despojamentode separar o Dízimo que não nos pertence para entrega lo à comunidade para que possa suprir as suas necessidades materiais, pois vivemos no mundo e tudo gira em torno do financeiro e na Igreja não é diferente para sua manutenção. Porém a forma mais adequada do cristão contribuir com a comunidade é atravéz do dízimo.
Realmente Jesus não fala de dízimo porque era conhecedor da lei e como Ele próprio disse veio para aprimorar a lei. No texto abaixo Jesus fala do centuplo e deixa descabriado o jovem rico. Então devolver o dízimo é o mínimo que nós cristãos devemos fazer.

"DÍZIMO É UMA VACINA CONTRA O EGOISMO DOS CRISTÃOS"

"16 Um jovem se aproximou, e disse a Jesus: «Mestre, que devo fazer de bom para possuir a vida eterna?» 17 Jesus respondeu: «Por que você me pergunta sobre o que é bom? Um só é o bom. Se você quer entrar para a vida, guarde os mandamentos.» 18 O homem perguntou: «Quais mandamentos?» Jesus respondeu: «Não mate; não cometa adultério; não roube; não levante falso testemunho; 19 honre seu pai e sua mãe; e ame seu próximo como a si mesmo.» 20 O jovem disse a Jesus: «Tenho observado todas essas coisas. O que é que ainda me falta fazer?» 21 Jesus respondeu: «Se você quer ser perfeito, vá, venda tudo o que tem, dê o dinheiro aos pobres, e você terá um tesouro no céu. Depois venha, e siga me.» 22 Quando ouviu isso, o jovem foi embora cheio de tristeza, porque era muito rico" (Mt 1916 22).
Por: Dd - em: 20/10/2011
(Belo Horizonte/MG - Paróquia: São Geraldo - Diocese: Belo Horizonte)
Eu não sou mensalista, sou dizimista. Se tenho consciência da finalidade religiosa, social e missionária do dízimo não posso me considerar uma simples mensalista na igreja. Deus não precisa de dinheiro, mas a continuidade da obra de Deus aqui na terra, precisa. E nós que somos esta Igreja temos sim de cuidar bem dos templos onde a familia se reune para agradecer, para louvar e bendizer esse Deus único e absoluto em nossa vida. A pastoral missionária do dízimo é muito mais que uma equipe administrativa da paróquia é uma equipe que leva a palavra de Deus a cada pessoa, temos responsabilidade com a missão evangelizadora da Igreja, somos convocados para servir."Ser dizimista e não aprender com Maria a oferecer é ser como água que não sacia a sede".
Por: humberto - em: 31/01/2011
(presidente prudente/SP - Paróquia: são judas tadeu - Diocese: presidente prudente)
Ao cristão tem que ser revelada a verdade. Nem Deus ou Jesus Cristo precisam de dinheiro. A paróquia, para sobreviver, precisa da ajuda de seus paroquianos, pois a despesa de manutenção existe e precisa ser revelada aos fiéis. Com certeza, todos querem e desejam contribuir com essas despesas de manutenção.

Paulo em

Tessalonicences 3

Porque vós mesmos sabeis como convém imitar nos, pois que não nos houvemos desordenadamente entre vós,
8
Nem de graça comemos o pão de homem algum, mas com trabalho e fadiga, trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de vós.
9
Não porque não tivéssemos autoridade, mas para vos dar em nós mesmos exemplo, para nos imitardes.
10
Porque, quando ainda estávamos convosco, vos mandamos isto, que, se alguém não quiser trabalhar, não coma também.
11
Porquanto ouvimos que alguns entre vós andam desordenadamente, não trabalhando, antes fazendo coisas vãs.
12
A esses tais, porém, mandamos, e exortamos por nosso Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando com sossego, comam o seu próprio pão.

Paulo mantinha se com rendas de seu próprio trabalho e também com ajuda dos fiéis.

O novo testamento não fala em Dízimo. Muitas paróquias aproveitam qualquer deixa das escrituras para exortar os fiéis a contribuir com o Dízimo. Essa "fome por dinheiro" algumas vezes revelam a face menos agradável da religião, a necessidade mundana.

Se o discurso das pastorais e do próprio pastor, mudassem para "temos despesas próprias, reformas, construções, etc.. famílias necessitadas que ajudamos", com certeza não faltariam contribuições. Modificaríamos a palavra Dizimistas por Mensalistas.

Algumas paróquias criaram até benefícios por ser um dizimista, as vantagens que você receberá dos Céus. Dízimo é um produto da igreja e da fé.

Eu sou um mensalista e não um dizimista.

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